sexta-feira, 3 de julho de 2009

Na Uerj


Um encontro com os alunos, no auditório da pós-graduação em Letras, para um papo sobre Rakushisha. No dia 8, próxima quarta, às 15h.
O Instituto de Letras da Uerj fica no 11° andar (saudoso 11° andar, que frequentei durante 7 anos...), no campus do Maracanã.
A apresentação é da Prof. Carlinda Nuñez.

9 comentários:

Anônimo disse...

Adriana,

mais alguma 'aparição' (risos) depois da UERJ?

Beijos, Leandro

Adriana Lisboa disse...

Oi, Leandro, eu sempre posto aqui ou anuncio na agenda do site as "aparições" :)

David Rodrigues disse...

Oi Adriana:

Desta vez escrevo-lhe do Brasil mas de Florianópolis onde vim fazer umas conferências. Que pena que a conversa sobre Rakushisha não seja aqui!
E vamos caminhando. (Lá fora um bem-te-vi)

David Rodrigues

Adriana Lisboa disse...

Olá, David, andam (voam) bem-te-vis por aqui também. Boas conferências em Floripa, e até algum momento.

Cláudia disse...

Adriana,

Oi! Eu sei que a minha pergunta pode parecer meio dumb, mas o encontro é aberto ao público?

Adoraria ir!

Não conheço a UERJ - o Instituto de Letras fica em algum bloco em especial? Saindo do metrô, qual é a melhor saída?

Desculpa aí pelas perguntas, mas é que visitei o site da UERJ e não encontrei nada sobre o evento.

Muitos beijos e obrigada,
Cláudia

Adriana Lisboa disse...

Cláudia,
É aberto ao público, sim, embora seja um encontro-aula como parte do curso da prof. Carlinda Nuñez. Mas será no mini-auditório justamente pra poder receber mais gente do que uma sala de aula comum.
No entanto, não é um "big" evento, por isso não está sendo divulgadão.
Ao sair do metrô você segue pela passarela, a Uerj só tem um bloco - ou melhor, só um modo de chegar aos vários blocos.
Na dúvida, pergunte, mas não tem erro: pegue o elevador até o "onzimo" e, lá chegando, se informe onde fica o auditório da pós (mas se você estiver na lanchonete, de frente pro janelão, esse auditório fica no finzinho do corredor da direta).
abraços

Cláudia disse...

Adriana,
Obrigada pelas informações.
Estarei lá, sem dúvida!
bjs,
Cláudia

Vinícius Rocha disse...

Oi, Adriana,

já passei por dois romances seus e até hoje - ATÉ HOJE - não li Rakushisha... e foi por uma frase dele (em um blog de habla hispânica, pasme) que conheci sua letra, me deixei encantar por parte de você. Pergunto: essas energias desconhecidas são boas ou se transformam num incômodo por, quem sabe, serem vistas com desconfiança? As da minha parte, sem migalhas de dúvidas: são um doar, um doar com valor cobrado de mim para mim: o apreço.
um beijo e gostaria muito de estar no Rio pra ir te ver. Dentro de pouco volto para Salamanca e logo, Londres... não preciso fazer segundo convite, um só já basta até o basta. Sabe lá do futuro... ;-)

Cláudia disse...

Adriana,

Adorei a oportunidade de ver você falando sobre o seu livro. A profa Carlinda me emocionou com aquela história de que, tendo lido o romance diversas vezes, ela ainda continuava disposta a manipular o rico material literário que você produziu, numa tentativa de mapear a "topografia" do Rakushisha. Nossa, que leitora amorosa, ela!

Eu até tive vontade de falar alguma coisa, mas como aquela era uma aula e eu só era visitante, fiquei meio constrangida.

Quando um dos alunos te perguntou como era ir e voltar do exterior, como era isso de voltar para a "identidade primeira", lembrei-me da minha experiência de 4 anos na Inglaterra, durante os meus vinte e poucos anos. E o que eu diria, estivesse eu mais à vontade, é que não há volta. Tem coisas na vida que nos fazem meio que "perder a inocência" e morar em outro país é uma delas. A "identidade original", se é que houve uma vez alguma, vai para as cucuias e a gente tem que lidar com esse canyon.

No meu caso, foi dolorido, mas muito profícuo. Entretanto, na minha jornada inglesa vi outros estrangeiros caindo daquele frágil pedestal da "identidade nacional, cultural, pessoal, etc", sem conseguir colocar nada no lugar a não ser uma depressão carrasca.

Nossa, terminei me alongando muito!
Aguardo, ansiosa, o seu próximo romance. Está previsto para sair quando?
Beijos e até uma próxima vez,
Cláudia.

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